Imperfeitas (???)

Imperfeitas aos olhos de todas as que julgam e comentam , criticam e deitam para baixo a pouca auto-estima que sentem (as imperfeitas e as ditas perfeitas, sim, porque quem arrasa com comentários deve-se sentir igual ou pior que a gorda, a magra, a feia, a estranha…). Não falo de comentários que passam pela nossa cabeça assim que vemos algo que nos choca, chama a atenção…falo de comentários que são ditos e escritos, enfatizados, com o intuito de denegrir, falar mal, rebaixar quem sai dos (ditos) estereótipos que a sociedade impôs. Mas pelo vistos há impressa que quer tentar mudar isso. Se esta é a tendência que dá dinheiro agora, se é tendência falar, então que seja, mas que valorizem todas as mulheres lindas que sentem ser imperfeitas porque meio mundo assim o enfatiza: seja na tv ou em revistas que há tanta manipulação de imagem , seja por comentários absurdos nas redes sociais ou pessoalmente … Quem nunca se sentiu imperfeita ? Quem nunca pensou “hoje não me sinto bonita”? Sentir-se imperfeita é perfeitamente normal , ser-se imperfeita é de loucos.

Manipulação x Identificação: Um texto para complementar a sua dita imperfeição (!!!)

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A falta do “nós” me fez valorizar o “eu”

Terminei contigo e comecei comigo.

Seria mentira se eu falasse que não fui contra, pois eu tentaria mais uma vez e seria capaz de engolir os maiores sapos só pra gente continuar dando certo (…)

Leva um tempo até que a gente entenda que faz bem o tempo levar coisas da gente

Eu seria capaz de dizer que tudo estaria muito bem hoje só porque eu gostaria que estivesse, não porque estaria mesmo, sabe?

A falta do “nós” me fez valorizar o “eu”

Às nove , ou a qualquer hora, no blogue dela.

http://asnovenomeublogue.clix.pt/  , é o nome de um blogue que inspira, muito!

Inspira-te a olhar para as coisas mais simples que a vida tem e a tirar partido delas, enfatiza estados de alma (muitos estados de alma) que não conseguimos expressar quando os sentimos, mas que são tal e qual como aqueles textos descrevem …

Inspira(ção) (a) fundo:

dar tempo ao tempo

Dos dias em que temos a sorte de poder dar tempo ao tempo. De ter espaço e ar para respirar fundo. Inspirar todo o silêncio e o azul do nosso lugar favorito. Aproveitar cada bocadinho, e agradecer, tanto, esta pausa tão doce que a vida nos oferece.

Ter esta secreta certeza de que quando aprendemos a dar tempo ao tempo tudo acaba por passar, serenar, voltar ao devido lugar. Sentimo-nos, de novo, de bem connosco e com o mundo.

E como diz um dos  meus livros favoritos, «em vez de desatar a correr à frente do comboio, é melhor sair da linha e deixá-lo passar. Há muitos mais comboios do que imaginamos e, por mais longa que seja a espera, algum há-de chegar para nos levar para onde precisamos de ir.»

tempo ganho

Saber esperar, ter paciência, valorizar a distância e aprender a ter recuo de tudo o que nos parece nublado. Sentir o pulso e a real dimensão que as nossas dúvidas/angústias/ansiedades têm, quando nos obrigamos a sair um pouco da roda onde corremos, sem parar, todos os dias. Seja por um par de minutos, de horas ou de dias.
Sair. Parar. Desacelerar. Respirar. E voltar, depois, à velocidade dos dias, e ver com (mais) clareza – e já a segurar – a ponta do novelo que teimava em não aparecer.
Acredito que a vida sabe sempre. Como, quando e onde. Seja nas respostas que nos dá, ou nas perguntas que nos ensina a reformular.

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Os dias bons não têm de ser dias perfeitos. São dias bons e isso é muito bom.

Dias em que tudo é mais simples, dentro da imperfeição da vida. Dias em que as certezas são mais fortes do que as dúvidas. Dias em que o amor basta. Dias em que podemos até nem saber muito bem o que vem a seguir, mas temos a certeza absoluta de que ninguém nos tira nada do que somos, do que temos e do que vivemos.
Trago em mim uma certeza que é uma bússola, que me enche o peito de ar e me renova a fé de serem estes os dias de absoluto existir. Os dias em que sabemos tão bem que ser feliz hoje, agora, é mais importante do que ser feliz para sempre